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Unigranrio completa 46 anos com homenagem a personalidades de Caxias e festival de bandas UniFest

quarta-feira, junho 22nd, 2016

MEGA - Unigranrio completa 46 anos com homenagem a personalidades de Caxias e festival de bandas UniFest

 Texto & Fotos: Alberto Corona/MKT.
Edição: Laíze Ponte da Silva/Designer do MKT

 

Educação, tecnologia, cidadania, determinação e ética completam o conjunto de palavras que fazem essa universidade ir além da sala de aula e dos desafios impostos pela crise financeira brasileira. A Unigranrio completou 46 anos de atividades educacionais em plena harmonia entre a entrega da ‘Medalha José de Souza Herdy’ a três personalidades de Duque de Caxias e o primeiro festival bandas, UniFest (Aguardem matéria sobre esse festival). Afinal, são quase cinco décadas de ensino e 48 cursos superiores oferecidos em diversas unidades do estado do Rio de Janeiro, além da mais nova, um pouco mais distante, em Santa Catarina. Outra atração dessa festa foi a exposição “Compartilhando a cidade: tradição e modernidade”, aberta ao público na Biblioteca Euclides da Cunha, no campus I.

Veja mais em: http://www.unigranrio.br/Paginas/unigranrio-completa-46-anos-com-homenagem-a-personalidades-de-caxias-e-festival-de-bandas-unifest.aspx

 

Fonte: unigranrio.br

Homenagem a Antônio Joaquim – 46º Aniversário da UNIGRANRIO

quinta-feira, junho 16th, 2016

Nosso membro, Antônio Joaquim, foi homenageado, nesta quinta, 16, com a Medalha Prof. José de Souza Herdy na solenidade comemorativa dos 46 anos da UNIGRANRIO. O Reitor da Universidade lhe conferiu a medalha em reconhecimento à sua postura ética e o comprometimento ao interesse público. Acompanhe fotos do evento:

 

Visita In Loco – Santa Cruz da Serra

quarta-feira, novembro 18th, 2015

A CPA visitou a unidade Santa Cruz da Serra no último dia 10. Ela esteve representada pelo Professor Herbert Gomes Martins. Alunos de diversos períodos dos cursos ofertados na unidade estiveram presentes na reunião. A participação foi muito agradável e houve percepção de satisfação por parte dos alunos, por poderem ser ouvidos.

Acompanhe as fotos:

 

Autoavaliação dos cursos deve ser aprimorada, diz especialista

sexta-feira, agosto 14th, 2015
Fonte: isplace.com.br

14/08/2015 – O membro da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes) Joaquim Soares Neto afirmou há pouco que autoavaliação feita pelos cursos superiores deve ser aprimorada nos próximos anos. O Conaes é o órgão colegiado que coordena e supervisiona o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), do Ministério da Educação.Soares Neto participa de audiência pública na Comissão de Educação sobre o Sinaes. Criado pela Lei 10.861/04, o sistema inclui avaliação externa das instituições, autoavaliação e avaliação do desempenho dos estudantes, por meio do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). “Após 10 anos, o processo de autoavaliação não tomou o corpo que deveria ter tomado, mas é necessário que a autoavaliação realmente se implante no Brasil”, analisou o representante da Conaes. “Instituições que organizam seus sistemas próprios de avaliação serão instituições com bons indicadores”, opinou. “O Enade deve ter consequência na vida dos estudantes, o que não ocorre hoje”, sustentou ainda. “Deveríamos pensar em sistemas de estímulos, para que o aluno, ao fazer o Enade, tenha bônus para fazer pós-graduação, por exemplo”, completou. Para ele, o sistema deve contemplar estímulo, e não punição ao aluno. A coordenadora-geral de Controle e Qualidade da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Texeira (Daes-Inep), Stela Maria Meneghel, ressaltou que o Sinaes precisa de mais indicadores, e estes devem claros. “Eles devem ser transparentes e visíveis para a população”, disse. “O Inep tem se esmerado em produzir dados e indicadores de qualidade”, completou. O debate ocorre no Auditório Freitas Nobre.

Reportagem – Lara Haje
Edição – Daniella Cronemberger

Fonte: 2.camara.leg.br
Matéria: cmconsultoria.com.br

				

Instituto emitia diplomas falsos na Baixada Fluminense

quinta-feira, setembro 18th, 2014

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Fonte: oaltoacre.com

Rio – Instituto que emitia diplomas universitários falsos na Baixada Fluminense é fechado pela 2ª vez

 NOVA IGUAÇU – A polícia fechou pela segunda vez uma instituição em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, que oferecia cursos de graduação e pós-graduação à distância. O Instituto Brasileiro de Educação Profissional não é reconhecido pelo Ministério da Educação e já havia sido fechado no fim de agosto deste ano. A Instituição voltou a funcionar informando aos alunos que havia feito uma parceria com uma faculdade particular, o que era mentira. o dono do curso, Marcos José Bouchuid, foi preso em flagrante por estelionato. (FONTE: RADIO JB-FM)

Indicadores que avaliam a qualidade do Ensino Superior

terça-feira, dezembro 3rd, 2013

MEC divulgará indicadores que avaliam qualidade do ensino superior

02/12/2013 – O Ministério da Educação (MEC) deve divulgar nos próximos dias o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos (IGC) referentes a 2012, indicadores que avaliam a qualidade do ensino superior do país. As instituições tiveram acesso antecipado aos índices e puderam pedir a revisão dos conceitos do dia 23 de outubro ao dia 1° de novembro. Segundo o secretário da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Paulo Speller, os indicadores devem mostrar melhoria na qualidade da etapa de ensino.

“Acredito que estamos caminhando para uma regulação mais rigorosa da educação superior brasileira, tanto pública quanto privada. E o que observamos é uma melhoria na qualidade do ensino, não apenas na graduação, estamos enxergando isso também na pós-graduação”, disse Speller à Agência Brasil.

Os índices são usados como parâmetro de acompanhamento da evolução da qualidade da educação superior no Brasil. As notas vão de 1 a 5, sendo que conceitos 1 e 2 são considerados insuficientes. Os cursos com nota baixa são supervisionados e a repetição de notas inferiores pode levar ao fechamento do curso. Os cursos com notas inferiores são também impedidos de participar de políticas como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudanil (Fies).

No ano passado, segundo dados do IGC, 27% dos cursos não alcançaram desempenho suficiente. O cálculo, no entanto, sofre críticas por parte das instituições particulares, que questionam o que os índices realmente medem.

O CPC é calculado principalmente pela nota no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que corresponde a 70% do conceito. Os demais 30% são calculados com base em fatores como títulos do corpo de professores e infraestrutura da instituição. Fazer o Enade é necessário para a obtenção do diploma, mas o bom rendimento não é exigência. Todos os anos, há boicotes por parte dos estudantes à avaliação.

O IGC é calculado, nos cursos de graduação, a partir do CPC e, nos cursos de pós-graduação, utiliza a Nota Capes (sistema de avaliação implantado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes).

Segundo o assessor do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, Sólon Caldas, o CPC, como o nome diz, é um conceito preliminar, que deveria determinar se a instituição precisa ou não de supervisão, para, a partir da avaliação de especialistas, consolidar o Conceito de Curso. “Não é o que ocorre”, diz. Também segundo ele, as notas são dispostas em uma curva onde sempre haverá mais ou menos 20% das instituições com notas 1 e 2 e 20% com notas 4 e 5. A maior parte, 60% deve obter conceito 3.

“Não é possível definir se uma instituição é boa ou ruim. O que se consegue fazer é comparar uma instituição em relação a outra”, analisa. “O aluno não tem comprometimento com o resultado do Enade, não sofre penalidade e só precisa comparecer para fazer a prova”.

Segundo Paulo Speller, o MEC passou a obrigar que o estudante permaneça pelo menos uma hora no Enade. “Com isso você assegura que o estudante faça a prova”, diz o secretário da Educação Superior do MEC. O secretário diz que medidas como a obrigatoriedade do exame e a divulgação da nota no Enade no histórico escolar “não foram adotadas e nem são cogitadas pela pasta”.

Speller diz também que o objetivo do MEC é garantir a qualidade do ensino e que uma flexibilização nas avaliações e nas punições não deve ocorrer. “A tendência é uma exigência cada vez maior da qualidade, a medida que se avança no número de matrículas com novos cursos e novas universidades”.

O secretário reconhece que o aparato atual não é suficiente para atender a toda a demanda de supervisão. Ele reforçou o papel chave do Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação da Educação Superior (Insaes), cujo Projeto de Lei (PL) 4.372/12 está em tramitação no Congresso Nacional. Segundo o MEC, são mais de 2,6 mil cursos em processo de supervisão. Com a estrutura atual seriam necessários mais de seis anos para atender a apenas a demanda em estoque.

Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br.

Novo prêmio de US$ 500 mil para o ensino

quinta-feira, abril 25th, 2013

25/04/2013 – Empresários que buscam construir uma universidade de elite, baseada em novas formas de ensino on-line, anunciaram a criação de um prêmio de US$ 500 mil para um educador cujas inovações levaram experiências extraordinárias ao aluno. O prêmio voltado a professores do ensino superior, faz parte do Projeto Minerva, que tem como objetivo abrir uma instituição de ensino superior no outono de 2015. “Efetivamente, é um Prêmio Nobel para o ensino”, disse Ben Nelson, fundador da Minerva.

Washington Post

Fonte: PORVIR

5 redes sociais que podem ajudar estudantes a encontrar um emprego

terça-feira, março 19th, 2013

19/03/2013 – As redes sociais fazem parte do cotidiano de qualquer estudante. Veja alguns motivos para usá-las a seu favor na busca por um emprego

Facebook é essencial para as universidades que desejam expandir seus serviços de carreira

As mídias sociais estão presentes na vida de qualquer estudante. Seja por celular ou computador, os jovens permanecem conectados o tempo todo. Porém, as redes sociais podem facilitar a busca por um emprego. Se você está procurando um emprego, veja quais são as redes sociais que podem ajudá-lo a conseguir um emprego:

1. Twitter

Com mais de 500 milhões de usuários ao redor do mundo, o Twitter permite o contato com outras pessoas em apenas alguns caracteres. A ferramenta tem várias utilidades para as empresas, como por exemplo, recrutar pessoas ou divulgar vagas. Os recrutadores podem entrar em contato com os candidatos quase instantaneamente. Isso facilita e agiliza o processo de entrevista.

2. YouTube

Com o YouTube, as universidades podem usar seus serviços de carreira para incentivar seus alunos a fazer upload de currículos virtuais e vender suas habilidades para potenciais empregadores. A plataforma também pode substituir o tradicional currículo por algo mais moderno e inovador, uma vez que permite que os empregadores e recrutadores tenha uma primeira impressão do candidato antes do processo de entrevista.

3. LinkedIn

Com 200 milhões de usuários presentes em 200 países, o LinkedIn é considerada a rede importante para os profissionais de todo o mundo. Com uma base tão grande profissional, o LinkedIn é um ótimo lugar para estudantes e recém-formados à procura de novas oportunidades de carreira.

4. Google+

Com sua característica Hangout, conversa por vídeo e voz, o Google+ é capaz de criar uma grande experiência interativa para os seus 500 milhões de usuários. Por meio de um Hangout, a rede social pode oferecer serviços de carreira, conversas com especialistas da área e também o compartilhamento de oportunidades de emprego relevantes.

5. Facebook

Como a maior plataforma de mídia social do mundo, o Facebook é essencial para as universidades que desejam expandir seus serviços de carreira. Eventos de rede internos são ótimas maneiras para que os estudantes encontrem mais contatos e se conectem com pessoas dentro de suas áreas de atuação. Outra funcionalidade oferecida pelo Facebook é o desenvolvimento de um networking específico, uma vez que os usuários com os mesmos interesses podem se reunir em grupos.

Fonte: Universia Brasil

MEC divulga lista de cursos com vestibulares suspensos para 2013; confira

quinta-feira, dezembro 20th, 2012

O MEC (Ministério da Educação) publicou nesta quarta-feira (19) no diário oficial a lista de cursos que tiveram desempenho considerado insatisfatório na avaliação do órgão pelo CPC (Conceito Preliminar de Curso) em 2008 e 2011.

Os cursos classificados como tendência negativa tiveram baixo desempenho em 2008 (CPC igual a 1 ou 2) e não apresentaram melhora em 2011, esses terão seus vestibulares de 2013 suspensos imediatamente. Os outros, classificados como tendência positiva, apresentaram alguma melhora na última avaliação e terão 60 dias para corrigir problemas no corpo docente e 180 dias para corrigir problemas estruturais.

ENTENDA

O que é IGC?
O IGC (Índice Geral de Cursos) é uma indicador que avalia a qualidade do ensino oferecido por uma universidade, centro universitário ou faculdade. Ele varia de 1 a 5. Para o cálculo do IGC é levado em conta a qualidade de todos os cursos oferecido pela instituição
O que é CPC?
O CPC (Conceito Preliminar do Curso) é a “nota” do curso propriamente. O principal componente deste indicador é o desempenho dos alunos no Enade (Exame Nacional dos Estudantes). Também é levado em consideração fatores como a titulação dos professores, os recursos didático-pedagógicos e a infraestrutura. Assim como o IGC, ele varia de 1 a 5

Na terça-feira, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que 207 cursos faziam parte da lista. “É a punição mais severa que podíamos ter. Fora isso, só fechar o curso”.

Mesmo que os cursos punidos já tenham realizado vestibular, os novos estudantes ficarão impedidos de se matricular nas instituições. “A medida passa a valer a partir da publicação no Diário Oficial. Apenas quem está matriculado conseguirá estudar no ano que vem”, afirmou.

Segundo Edson Cosac Bortolai, presidente da comissão de Exame de Ordem da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil), o MEC só tem que garantir a vaga dos estudantes matriculados. “Os alunos aprovados que ainda não fizeram matrícula tinham apenas a expectativa do direito, não o direito. Esses vão perder as vagas”, afirmou.

Além de não poder ter novos ingressos, os cursos punidos receberão visitas in loco de avaliadores do MEC, bloqueio no aumento do número de vagas e não poderão contar com benefícios para os estudantes como o Prouni (Programa Universidade para Todos) e o Fies (Financiamento Estudantil).

Punição

O Ministério da Educação também anunciou punições para os 465 cursos que tiveram conceito abaixo de 3 em 2011. Os cursos terão que assinar um protocolo de compromisso para melhoras, receberão visitas de avaliadores e não poderão contar com o Prouni e Fies.

Os cursos que não tiveram conceito no CPC 2011 também receberão visitas de avaliadores. Ao todo, 1.114 cursos estão nessa situação. Quem teve o conceito acima de 3 conseguiu renovar o registro automaticamente no Ministério da Educação.

Mercadante explicou que as medidas tomadas neste ano são duras, mas necessárias para a melhora do ensino no país: “O Brasil tem uma demanda por ensino superior. Claro que não é o interesse de ninguém fechar cursos, mas precisamos manter uma qualidade de ensino”.

Instituições com conceito insatisfatório

As instituições que tiveram o IGC (Índice Geral de Cursos) abaixo de 3 também vão sofrer punições do MEC. De acordo com Mercadante, 551 instituições (que tiveram desempenho baixo apenas em 2011) vão ter que assinar um termo de compromisso para melhorias e receberão visitas in loco de avaliadores.

Dessas faculdades e universidade, 185 não poderão aumentar o número de vagas para 2013. “Se o curso teve 60 vagas disponíveis, só poderão entrar 60 alunos no ano que vem”. A punição mais pesada serve para instituições com conceito abaixo de 3 em 2008 e 2011.

Ao todo, foram avaliadas 1.875 instituições de ensino superior no IGC 2011, sendo que 1.221 tiveram conceito acima satisfatório, 551 tiveram desempenho baixo (menor que 3). Outras 261 instituições não tiveram conceito no MEC.

Do UOL, em São Paulo

Criação do Instituto de Avaliação da Educação Superior gera polêmica em audiência

sexta-feira, dezembro 14th, 2012

14/12/2012 – Participantes da audiência pública da Comissão de Educação e Cultura que discutiu o projeto de lei 4372/12, que cria o Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação da Educação Superior (Insaes), discordaram sobre a necessidade do novo órgão.

O encontro reuniu representantes de professores e de instituições de ensino superior públicas e particulares. De acordo com a proposta, de autoria do Poder Executivo, a autarquia vai fiscalizar a qualidade dos cursos de graduação oferecidos por essas instituições.

O secretário de Regulação e Supervisão de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Jorge Rodrigo Araújo Messias, explicou que a criação do órgão é necessária para atender à expansão do ensino superior no Brasil. Dados do MEC de 2011 apontam que são quase 7 milhões de universitários.

Autonomia da gestão acadêmica

O representante da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), Arnaldo Cardoso, concorda com a avaliação das instituições de ensino superior particulares, mas acredita que o projeto prejudica a autonomia da gestão acadêmica. “A Confenen tem muita apreensão com o projeto por entender que ele faz direta intervenção na escola particular. Praticamente torna pública a escola particular, ficando seus mantenedores com o ônus.”

O diretor-executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior, Sólon Caldas, avaliou que o projeto precisa corrigir o atual sistema de avaliação do ensino superior. “O processo de avaliação necessita sempre levar em consideração a diversidade regional e os diversos tipos de organização acadêmica das instituições. Entendemos que a avaliação não deve ter caráter punitivo.”

Para a deputada Professora Dorinha (DEM-TO), o governo deve aumentar o rigor em relação às instituições de ensino superior públicas. “Muitos cursos de instituições públicas começam sem nenhuma estrutura: cursos de Medicina que estão funcionando sem hospital, sem laboratório, sem biblioteca. O Direito é da mesma forma. São muitas exigências para o ensino privado, que são necessárias, mas, dentro da estrutura pública, gostaria também de pedir essa mesma preocupação.”

Para o professor universitário e deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), a proposta representa um avanço para se discutir os desafios da crescente privatização do ensino superior brasileiro. “Essas faculdades privadas enfrentam a concorrência desleal dos seus pares, que fazem uma concorrência agressiva, oferecendo mensalidades muito mais baixas e chances de aprovação maiores, para quem deseja comprar um diploma à prestação. Isso tem um impacto na maneira como a universidade encara o ensino e encara a própria estrutura”

Responsável pelo Enem

O Insaes, se aprovado, será vinculado ao Ministério da Educação e assumirá uma tarefa que hoje é do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – a autarquia responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A proposta aguarda parecer na Comissão de Educação e Cultura. Depois de votado, o projeto segue para análise das comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:59 hs.